Metassonetorto I e II
I
Este não é um simples soneto
Cheio de
mé-tri-cas
De sonhos
De belezas idealizadas
Ele não tem um
cavaleiro
Nem uma rede
Muito menos um jardim
Mas ele tem
sol.o.(so)mbra
Dois eus líricos que se unem
Apenas
és.sência(s).
Por trás dessas letrinhas,
Mundos inteiros.
Seria um
soneto.rto
Escrito por nós (eus) líricos?
II
Se aquele não é soneto imagina estes (aqui?)
Passeando pelos surtos refletindo aqueles (aqui)
Sem beleza sem pó.breza muito mal a(r)mado
Muito surto, minha princesa, e nada (c)alado
De asas e rimas t.rotas
Seria um soneto.r(o)to sendo ele aeroporto
de tantas ideias (i)morta(i)s?
Sol e solo e luz e sombra
Do torto nasceu a lombra
No peso de uma pena
Sone(n)torta(dor) de ideias
[e quem quiser me engula sem gula bula nem pressa]
Sou meta.sonetorto a ser vencido
Escrito(s) pelo(s) poeta(s)
Amanda Vital e Dija Darkdija
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