segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Sonetorto Vidragueiro


Sonetorto Vidragueiro

(à Carmen Silvia Presotto)


vidros.águas são vidráguas
parede teto de vidro

e os móveis flutuando
nesta casa onde vivo?

onde a telha não se.que[r].bra-
sa gelada de inverno

(que provém dos pingos.sons)
ecoando no meu teto...

ali.cerço o meu verso
no fundo da entrelinha
argamasso entreVerso

des-enrolo poesia
comuma costura teço
os retalhos diadia

[no papel parede sede vidraguada me sacia]

Amandija diRabel
 



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Agradecemos a visita. Gostou? Não gostou? Tem algo a comentar? Críticas positivas, negativas? Deixe aqui nos comentários.