Sonetorto do que tento
eu digo demais
"eu tento"
talvez tente
tentar demais
o vento me traz
eu tenso
tentar um menos
(eu tento)
kkk's
kkk's
kkk's
kkk's
kkk's
kkk's
Dija Darkdija
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Sonetorto das viagens aéreas
Sonetorto das viagens aéreas
Eu quis uma viajada
A viajada sumiu
Viajosidade dada
Foi pra ponte que partiu
(Ai palavras, ai palavras
que estranha potencecília
eram vossas as jornadas
que mudei sem nem ter quilha?!)
Bateu asas e voou
A viagem, a bichinha
se um dia retornou
deixou nunca de ser minha
(A viage nunca some
só resolve as-sumida)
Dija Darkdija
sábado, 10 de novembro de 2012
Sonetorto da Linguespada
Sonetorto da Linguespada
já virou arma de guerra
que eu uso sem querer
se colada em mim está
algum dia vai morrer
outro usa a já manjada
linguespada foda-c
pra cortada nivel A
e se corta sem saber
corta o outro e se mata
achando que sabe (bê)
“eu entendo”
a flor da vida
no menor sopro da língua
morre (…) morrida
Dija Darkdija
sábado, 8 de setembro de 2012
Sonetorto do lamento sutil
Sonetorto do lamento sutil
(Gaia!) Teu filho contigo chora
se vê que outroragora
Tu leva muita gaiada
doutros filhos traidores
Até a tua coroa
Gramárvore adornada
de flores supreciosas
Te tiraram os autores
Das "invenções fabulosas"!
(Gaia...) Teu filho contigo canta
(sutil silêncio em delírio)
um lamento de elefanta
que esmague os traidores
(não merece nem exílio)
Dija Darkdija
(Gaia!) Teu filho contigo chora
se vê que outroragora
Tu leva muita gaiada
doutros filhos traidores
Até a tua coroa
Gramárvore adornada
de flores supreciosas
Te tiraram os autores
Das "invenções fabulosas"!
(Gaia...) Teu filho contigo canta
(sutil silêncio em delírio)
um lamento de elefanta
que esmague os traidores
(não merece nem exílio)
Dija Darkdija
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Sonetorto Vidragueiro
Sonetorto Vidragueiro
(à Carmen Silvia Presotto)
vidros.águas são vidráguas
parede teto de vidro
e os móveis flutuando
nesta casa onde vivo?
onde a telha não se.que[r].bra-
sa gelada de inverno
(que provém dos pingos.sons)
ecoando no meu teto...
ali.cerço o meu verso
no fundo da entrelinha
argamasso entreVerso
des-enrolo poesia
comuma costura teço
os retalhos diadia
[no papel parede sede vidraguada me sacia]
Amandija diRabel
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Sonetorto d'O morcego sem morcego
Sonetorto d'O morcego sem morcego
Mei dia e no prato há recolho,
(mô deus, falta múcêgu, tenho sede!)
o morcego tá frito e sem molho.
Só há no m-EU daquele que precede
a "bruta ardência orgânica da sede"
Do quiro-ptero que me antecede
E neste fiz etérea a minha sede.
(Da ceia feita em terras de meu quarto
Vislumbro não o feto e sim o parto
Da criatura que aqui não descrevo)
Por mais que nos tranquemos nestes atos,
a noite adentraengolestemorcego;
eu janto as sobras destes nobres fatos,
só quando cego em tudo me percebo.
Dija Darkdija
Mei dia e no prato há recolho,
(mô deus, falta múcêgu, tenho sede!)
o morcego tá frito e sem molho.
Só há no m-EU daquele que precede
a "bruta ardência orgânica da sede"
Do quiro-ptero que me antecede
E neste fiz etérea a minha sede.
(Da ceia feita em terras de meu quarto
Vislumbro não o feto e sim o parto
Da criatura que aqui não descrevo)
Por mais que nos tranquemos nestes atos,
a noite adentraengolestemorcego;
eu janto as sobras destes nobres fatos,
só quando cego em tudo me percebo.
Dija Darkdija
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Sonetorto do refrão
Muito fácil é fazer
um soneto ctrl+c
metro e rima pra valer
e o resto é ctrl+v
ctrl+c
ctrl+v
ctrl+c
ctrl+v
ctrl+c
ctrl+v
ctrl+c
ctrl+v
ctrl+c
ctrl+v
Dija Darkdija
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